AVALIAÇÃO DE PLANO CURRÍCULAR
I - CONSIDERAÇÕES GERAIS
- QUANTO AOS PRESSUPOSTOS E IMPLICAÇÕES DA PROPOSTA
-Explícitos ou não
-Coerencia com o desenvolvimento do plano
-Coerencia com a situação Geral e a da instituição
- QUANTO À FORMA:
-Coerência do Modelo usado com os pressupostos, explícitos ou não
-Abrangência da proposta - itens e partes explícitas- e sua coerência
- QUANTO À POSSÍVEIS RESULTADOS E CONSEQUÊNCIAS
-Previsões
II - QUANTO AOS ITENS PROPOSTOS
A) METAS - Relevância
- abrangência
- pertinência em relação à situação geral e específica da instituição
- Coerência com:- situação social geral
- necessidade e aspirações da comunidade
- propostas da instituição
- tipo de clientela a ser atendida
- necessidades e aspirações dessa clientrela
B) - OBJETIVOS - Relevância e coerência com as metas propostas
- equilíbrio
- necessidades atendidas
- possibilidades obedecidas
C) DISCIPLINAS E SUA ORGANIZAÇÃO - coerência com objetivos e metas e entre sí
- abrangência em relação à proposta
- Integração
III - AVALIAÇÃO DO CURRÍCULO PREVISTA
Tipos e formas propostos
Motivos propostos
fire bird
sábado, 28 de maio de 2011
VI ENCONTRO – 04 de Junho de 2011
VI ENCONTRO – 04 de Junho de 2011
OBJETIVOS
• Discutir:
• a variação dos esquemas de planejamento e o conseqüente plano curricular resultante de cada concepção pedagógica.
• a ligação entre pressupostos filosóficos e teóricos e os esquemas de planejamento curricular.
• os passos do planejamento curricular.no enfoque sistêmico ou não.
Continuar a elaboração de um plano curricular como trabalho de conclusão da disciplina,
AULA –
Aquecimento – Perguntas sobre ligação entre concepções educacionais e concepções de currículo, Diagnóstico sobre:: “falas de professores”; “falas de alunos”; “falas de pais’
Aula 50-60 min – Modelos de Planos Curriculares e Passos do planejamento
curricular
- Exercícios Planejamento Educacional e Curricular
Intervalo
Resto do período – Elaboração do trabalho.
http://fenixtextos.blogspot.com/
PASSOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO CURRICULAR
DEFINIÇÃO:
1) DE PRESSUPOSTOS:
Definição sobre como o grupo entende o mundo, o homem , a sociedade e a educação.
2) DA “CLIENTELA”, OU SEJA, DO TIPO DE ALUNOS QUE O CURSO ESPERA ATENDER.
3) DA PARTE FÍSICA – Local de funcionamento do curso, dependências necessárias e auxiliares.
4) DO PESSOAL ADMINISTRATIVO, DOCENTE, DISCENTE E AUXILIAR;
ASPECTO PEDAGÓGICO
1) PROPOSIÇÃO DE OBJETIVOS
Que deve levar em conta:
(i) - Pressupostos anteriormente definidos
(ii) - Desenvolvimentos esperados através do curso, nos
(iii) níveis: atitudinal, teórico e prático:
2) ESCOLHA DE CONTEÚDOS ( disciplinas, matérias e atividades)
3) ESCOLHA DE ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE ENSINO EM GERAL.
4) DETERMINAÇÃO DOS CRITÉRIOS, DAS FORMAS E DATAS DE AVALIAÇÂO..:
OBJETIVOS
• Discutir:
• a variação dos esquemas de planejamento e o conseqüente plano curricular resultante de cada concepção pedagógica.
• a ligação entre pressupostos filosóficos e teóricos e os esquemas de planejamento curricular.
• os passos do planejamento curricular.no enfoque sistêmico ou não.
Continuar a elaboração de um plano curricular como trabalho de conclusão da disciplina,
AULA –
Aquecimento – Perguntas sobre ligação entre concepções educacionais e concepções de currículo, Diagnóstico sobre:: “falas de professores”; “falas de alunos”; “falas de pais’
Aula 50-60 min – Modelos de Planos Curriculares e Passos do planejamento
curricular
- Exercícios Planejamento Educacional e Curricular
Intervalo
Resto do período – Elaboração do trabalho.
http://fenixtextos.blogspot.com/
PASSOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO CURRICULAR
DEFINIÇÃO:
1) DE PRESSUPOSTOS:
Definição sobre como o grupo entende o mundo, o homem , a sociedade e a educação.
2) DA “CLIENTELA”, OU SEJA, DO TIPO DE ALUNOS QUE O CURSO ESPERA ATENDER.
3) DA PARTE FÍSICA – Local de funcionamento do curso, dependências necessárias e auxiliares.
4) DO PESSOAL ADMINISTRATIVO, DOCENTE, DISCENTE E AUXILIAR;
ASPECTO PEDAGÓGICO
1) PROPOSIÇÃO DE OBJETIVOS
Que deve levar em conta:
(i) - Pressupostos anteriormente definidos
(ii) - Desenvolvimentos esperados através do curso, nos
(iii) níveis: atitudinal, teórico e prático:
2) ESCOLHA DE CONTEÚDOS ( disciplinas, matérias e atividades)
3) ESCOLHA DE ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE ENSINO EM GERAL.
4) DETERMINAÇÃO DOS CRITÉRIOS, DAS FORMAS E DATAS DE AVALIAÇÂO..:
terça-feira, 17 de maio de 2011
V ENCONTRO - TRANSPARÊNCIAS I
RESUMO – CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO E CONCEPÇÕES EDUCACIONAIS
VISÃO TRADICIONAL -
Escola - agência encarregada de transmitir os conhecimentos tradicionalmente considerados como importantes (a herança cultural) inicialmente para filhos da aristocracia, depois para filhos de burgueses endinheirados e finalmente para toda a população, como necessidade social.
Aluno – “Tabula Raza” que iria tornar-se humano na medida que “absorvesse” os ensinamentos clássicos dados pelas aulas.
Aprendizagem – Assimilação do que é transmitido pelo professor e pelos livros
Bases teóricas:
Tradição educacional, psicologia das faculdades
CURRÍCULO - A palavra foi inventada para designar a coleção de disciplinas de um curso. O propositor a usou para Dar a idéia de caminho (inspirado em curros- lugar aonde se corre).
No Brasil : dos Jesuítas até hoje
VISÃO TECNICISTA, CURRÍCULO COMO PLANO:
Currículo é o plano organizador de toda a estrutura e das atividades da escola
Aluno é um organismo capaz de emitir respostas à estímulos “apropriados”.
Aprendizagem – Mudança de comportamentos.
Ensino é processo planificado de mudança de comportamento segundo os objetivos propostos.
Bases filosófica: positivismo,
Teórica: psicologia comporamentista, teoria de sistemas, linguagem operacionista, esquemas de pensamento retirado das ciências e da emprese.
No Brasil – Década de 70, como efeito da lei 5692.
CURRÍCULO COMO PROCESSO
Concepção Mentalista
Currículo
Aluno
Ensino
Bases Teóricas
DEWEY
Construído durante o processo, pela proposição e solução de problemas
Ser ativo que perante um problema ou situação desafiadora pode recolher informações que venham a completar o seu próprio desenvolvimento cognitivo
Fornecimento de situações problema e apoio para solucioná~las
Método de projetos
Dewey0
Base empirista – estudos sobre a estrutura do sistema nervoso, sua estrutura e o desemvolvimento do conhecimento através da coleta de informações, sua estruturação em conceitos, juisos, raciocínios, etc.
BRUNER, AUSUBEL
Costruído durante o processo pela proposição de situações que tragam informações que obedeçam ao processo de desequilibração// reequilibração discutido por Piaget
Ser ativo com sistema nervoso e capacidades em desenvolvimento
Apresentação de situações que envolvam o aparecimento de novas capacidades
Piaget, Ausubel, Bruner, etc
CURRÍCULO COMO PROCESSO
Concepção “Humanista”
Currículo
Aluno
Ensino
Bases Teóricas
Construído durante o processo de desenvolv. integral do aluno.
Ser ativo que está em um processo de desenvolv. emocional, social e intelectual e em franca procura de sua própria identidade
Auxílio solicitado pelo aluno em seu processo de desenvolvimento pessoal
Carl Rogers e sua terapia centrada no paciente
Concepção sócio interacionista
Currículo
Aluno
Ensino
Bases Teóricas
Resultado da interação do grupo de aprendizes, com seus interesses, suas vivências, seus problemas e seus conhecimentos
Participante ativo do grupo, capaz de contribuir com conhecimentos e experiências
Consideração de problemas e sua solução através do uso de conhecim,entos anteriores, mesclados com conhecimentos teóricos dados pelo professor
Paulo Freire
VISÃO TRADICIONAL -
Escola - agência encarregada de transmitir os conhecimentos tradicionalmente considerados como importantes (a herança cultural) inicialmente para filhos da aristocracia, depois para filhos de burgueses endinheirados e finalmente para toda a população, como necessidade social.
Aluno – “Tabula Raza” que iria tornar-se humano na medida que “absorvesse” os ensinamentos clássicos dados pelas aulas.
Aprendizagem – Assimilação do que é transmitido pelo professor e pelos livros
Bases teóricas:
Tradição educacional, psicologia das faculdades
CURRÍCULO - A palavra foi inventada para designar a coleção de disciplinas de um curso. O propositor a usou para Dar a idéia de caminho (inspirado em curros- lugar aonde se corre).
No Brasil : dos Jesuítas até hoje
VISÃO TECNICISTA, CURRÍCULO COMO PLANO:
Currículo é o plano organizador de toda a estrutura e das atividades da escola
Aluno é um organismo capaz de emitir respostas à estímulos “apropriados”.
Aprendizagem – Mudança de comportamentos.
Ensino é processo planificado de mudança de comportamento segundo os objetivos propostos.
Bases filosófica: positivismo,
Teórica: psicologia comporamentista, teoria de sistemas, linguagem operacionista, esquemas de pensamento retirado das ciências e da emprese.
No Brasil – Década de 70, como efeito da lei 5692.
CURRÍCULO COMO PROCESSO
Concepção Mentalista
Currículo
Aluno
Ensino
Bases Teóricas
DEWEY
Construído durante o processo, pela proposição e solução de problemas
Ser ativo que perante um problema ou situação desafiadora pode recolher informações que venham a completar o seu próprio desenvolvimento cognitivo
Fornecimento de situações problema e apoio para solucioná~las
Método de projetos
Dewey0
Base empirista – estudos sobre a estrutura do sistema nervoso, sua estrutura e o desemvolvimento do conhecimento através da coleta de informações, sua estruturação em conceitos, juisos, raciocínios, etc.
BRUNER, AUSUBEL
Costruído durante o processo pela proposição de situações que tragam informações que obedeçam ao processo de desequilibração// reequilibração discutido por Piaget
Ser ativo com sistema nervoso e capacidades em desenvolvimento
Apresentação de situações que envolvam o aparecimento de novas capacidades
Piaget, Ausubel, Bruner, etc
CURRÍCULO COMO PROCESSO
Concepção “Humanista”
Currículo
Aluno
Ensino
Bases Teóricas
Construído durante o processo de desenvolv. integral do aluno.
Ser ativo que está em um processo de desenvolv. emocional, social e intelectual e em franca procura de sua própria identidade
Auxílio solicitado pelo aluno em seu processo de desenvolvimento pessoal
Carl Rogers e sua terapia centrada no paciente
Concepção sócio interacionista
Currículo
Aluno
Ensino
Bases Teóricas
Resultado da interação do grupo de aprendizes, com seus interesses, suas vivências, seus problemas e seus conhecimentos
Participante ativo do grupo, capaz de contribuir com conhecimentos e experiências
Consideração de problemas e sua solução através do uso de conhecim,entos anteriores, mesclados com conhecimentos teóricos dados pelo professor
Paulo Freire
V ENCONTRO - CONCEPÇÕES EDUCACIONAIS E CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO
MAGISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR
POLÍTICA, ORGANIZAÇÃO DO ENSINO E CURRÍCULO.
Prof.a Dra Elisa Maria Cordeiro da Paixão
V ENCONTRO 21 de Maio de 2011
OBJETIVOS
Que os participantes possam:
Discutir natureza, pressupostos e conseqüências da visão tecnicista sobre currículo.
Discutir razões e natureza do alargamento da concepção de currículo
Entender o conceito de currículo como processo e suas implicações.
AULA
10 min – Aquecimento.
20 min – Dramatização : Concepções Educacionais.
40 min – Em pequenos grupos alunos responderão à questões sobre:
§ Idéias de homem, de mundo e concepções educacionais.
§ Concepções educacionais e ensino.
§ Concepções educacionais, ensino e idéias sobre currículo
§ Currículo, situação econômico-social e Funções da Educação Formal e do Ensino..
INTERVALO
Propostas Educacionais e planejamento de propostas curriculares.
Mizukami, - As Abordagens do Processo
Paixão – Currículo, estudos e discussões
POLÍTICA, ORGANIZAÇÃO DO ENSINO E CURRÍCULO.
Prof.a Dra Elisa Maria Cordeiro da Paixão
V ENCONTRO 21 de Maio de 2011
OBJETIVOS
Que os participantes possam:
Discutir natureza, pressupostos e conseqüências da visão tecnicista sobre currículo.
Discutir razões e natureza do alargamento da concepção de currículo
Entender o conceito de currículo como processo e suas implicações.
AULA
10 min – Aquecimento.
20 min – Dramatização : Concepções Educacionais.
40 min – Em pequenos grupos alunos responderão à questões sobre:
§ Idéias de homem, de mundo e concepções educacionais.
§ Concepções educacionais e ensino.
§ Concepções educacionais, ensino e idéias sobre currículo
§ Currículo, situação econômico-social e Funções da Educação Formal e do Ensino..
INTERVALO
Propostas Educacionais e planejamento de propostas curriculares.
Mizukami, - As Abordagens do Processo
Paixão – Currículo, estudos e discussões
V ENCONTRO- tEXTO COMPLEMENTAR
Natureza do planejamento educacional sistêmico – modelo, passos ou
etapas e itens
Ressaltar a idéia de Currículo como um plano Geral de organização e
funcionamento da ESCOLA e do ENSINO> Falar de Tyler.
ETAPAS DO PLANEJAMENTO CURRICULAR
1. DIAGNÕSTICO DA SITUAÇÃO
- Tipo de instituição, condições de funcionamento, nível social e econômico:
recursos..
- Curso – Tipo e Nível
- Alunato visado.
2. DEFINIÇÃO DE PRÉ-SUPOSTOS
3. ESCOLHA DO MODELO DE PROPOSTA
PLANO EM SÍ
§ Página de rosto:
- O Curso
- População a quem se destina
- Quem vai dirigir, quem vai ensinar e quem vai auxiliar com trabalhos de base como
limpeza, serviços de apoio, etc
- Duração total e de cada encontro/aula
§ Desenvolvimento do plano
- Objetivos gerais e de cvada encontro
- Programa (conteúdo) proposto em geral
- conteúdo a ser abordado em cada encontro
- procedimentos a serem usados
-material necessária
- AVALIAÇÂO : inicial, durante o processo e final.
§ Bibliografia
MODELO DA PROPOSTA CURRICULAR - ITENS
PAGINA DE ROSTO
Proposta
Grupo
Proposta
Determinação do tipo de alunos
PLANO CURRICULAR
Dimensão Pedagógica
Diretrizes
Justificativa
Ementa
Objetivos gerais
Objetivos Específicos
Conteúdos:
(disciplinas)
(atividades)
Avaliação do processo prevista
Dimensão Física
Acomodações necessárias
Material necessário
Dimensão Pessoal
Pessoal administrativo
Pessoal docente
Pessoal auxiliar
E DO CURSO:
POPULAÇÃO A QUE SE DESTINA:
DURAÇÃO TOTAL:
NUMERO DE ENCONTRO:
DURAÇÃO DE CADA ENCONTRO:
MATERIAL NECESSÁRIO
MATERIAL EXIGIDO DOALUNO
APRESENTAÇÃO: Optativa
JUSTIFICATIVA: .
OBJETIVOS GERAIS:
OBJETIVO ESPECÍFICO
CONTEÚDO –
PROCEDIMENTOS DE ENSINO- EX: Aulas expositivas. Ensino programado, ensino dirigido, trabalhos em pequenas e em grandes grupos, etc.
EQUIPAMENTOS E MATERIAL
Exemplos: Giz e lousa, projetores e retroprogetores, datashow, apostilas, computadores, etc.
AVALIAÇÃO:
Processo a ser empregano na pré avaliação, na avaliação formativa e somativa
RECURSOS MATERIAIS
Acomodações necessárias: 1 sala de 6 metros por 15 metros
01 tela de projeção
21 computadores
3 ar condicionados
Sala de aula:
ITENS DA PARTE PESSOAL DE UM PLANO CURRICULAR
Pessoal DOCENTE
DISCENTE
AUXIKLIAR:
PLANO CURRICULAR – Concepção não determinista
O planejamento e proposição do PLANO CURRICULAR em propostas educacionais não tecnicistas não pode pré determinar o comportamento resultante do aluno. Ele considera e apóia a atuação do professor supondo, é claro, que ela terá o efeito esperado, podendo faacilitar a aprendizagem do aluno.
O planejamento da PARTE PEDAGÒGICA do plano curricular para orientar e facilitar o processo de implantação e desenvolvimento do CURRÌCULO, irá propor respostas às seguintes perguntas:
§ O QUE o plano irá propor
§ POR QUE ISTO SERÁ ENSINADO – a justificativa da proposta
§ PARA QUE SERÁ ENSINADO – os objetivos do ensino proposto.
§ PARA QUEM SERÁ ENSINADO – esclarece a população á quem o plano se destina.
§ POR QUEM - especificação dos agentes do ensino proposto: professores, auxiliares, etc.
§ COMO – listagem de procedimentos de ensino que poderão ser empregados
§ COM QUE – Especificação do material que poderá ser utiizado .
§ QUANDO – Especificação de datas, duração, tempo geral e específico ( duração de aulas ou encontros) que será utilizado naquele ensino.
PLANO EM SÍ
§ Página de rosto:
- O Curso
- População a quem se destina
- Quem vai dirigir, quem vai ensinar e quem vai auxiliar com trabalhos de base como
limpeza, serviços de apoio, etc
- Duração total e de cada encontro/aula
§ Desenvolvimento do plano
- Objetivos gerais e de cvada encontro
- Programa (conteúdo) proposto em geral
- conteúdo a ser abordado em cada encontro
- procedimentos a serem usados
-material necessária
- AVALIAÇÂO : inicial, durante o processo e final.
§ Bibliografia
CONTRO
etapas e itens
Ressaltar a idéia de Currículo como um plano Geral de organização e
funcionamento da ESCOLA e do ENSINO> Falar de Tyler.
ETAPAS DO PLANEJAMENTO CURRICULAR
1. DIAGNÕSTICO DA SITUAÇÃO
- Tipo de instituição, condições de funcionamento, nível social e econômico:
recursos..
- Curso – Tipo e Nível
- Alunato visado.
2. DEFINIÇÃO DE PRÉ-SUPOSTOS
3. ESCOLHA DO MODELO DE PROPOSTA
PLANO EM SÍ
§ Página de rosto:
- O Curso
- População a quem se destina
- Quem vai dirigir, quem vai ensinar e quem vai auxiliar com trabalhos de base como
limpeza, serviços de apoio, etc
- Duração total e de cada encontro/aula
§ Desenvolvimento do plano
- Objetivos gerais e de cvada encontro
- Programa (conteúdo) proposto em geral
- conteúdo a ser abordado em cada encontro
- procedimentos a serem usados
-material necessária
- AVALIAÇÂO : inicial, durante o processo e final.
§ Bibliografia
MODELO DA PROPOSTA CURRICULAR - ITENS
PAGINA DE ROSTO
Proposta
Grupo
Proposta
Determinação do tipo de alunos
PLANO CURRICULAR
Dimensão Pedagógica
Diretrizes
Justificativa
Ementa
Objetivos gerais
Objetivos Específicos
Conteúdos:
(disciplinas)
(atividades)
Avaliação do processo prevista
Dimensão Física
Acomodações necessárias
Material necessário
Dimensão Pessoal
Pessoal administrativo
Pessoal docente
Pessoal auxiliar
E DO CURSO:
POPULAÇÃO A QUE SE DESTINA:
DURAÇÃO TOTAL:
NUMERO DE ENCONTRO:
DURAÇÃO DE CADA ENCONTRO:
MATERIAL NECESSÁRIO
MATERIAL EXIGIDO DOALUNO
APRESENTAÇÃO: Optativa
JUSTIFICATIVA: .
OBJETIVOS GERAIS:
OBJETIVO ESPECÍFICO
CONTEÚDO –
PROCEDIMENTOS DE ENSINO- EX: Aulas expositivas. Ensino programado, ensino dirigido, trabalhos em pequenas e em grandes grupos, etc.
EQUIPAMENTOS E MATERIAL
Exemplos: Giz e lousa, projetores e retroprogetores, datashow, apostilas, computadores, etc.
AVALIAÇÃO:
Processo a ser empregano na pré avaliação, na avaliação formativa e somativa
RECURSOS MATERIAIS
Acomodações necessárias: 1 sala de 6 metros por 15 metros
01 tela de projeção
21 computadores
3 ar condicionados
Sala de aula:
ITENS DA PARTE PESSOAL DE UM PLANO CURRICULAR
Pessoal DOCENTE
DISCENTE
AUXIKLIAR:
PLANO CURRICULAR – Concepção não determinista
O planejamento e proposição do PLANO CURRICULAR em propostas educacionais não tecnicistas não pode pré determinar o comportamento resultante do aluno. Ele considera e apóia a atuação do professor supondo, é claro, que ela terá o efeito esperado, podendo faacilitar a aprendizagem do aluno.
O planejamento da PARTE PEDAGÒGICA do plano curricular para orientar e facilitar o processo de implantação e desenvolvimento do CURRÌCULO, irá propor respostas às seguintes perguntas:
§ O QUE o plano irá propor
§ POR QUE ISTO SERÁ ENSINADO – a justificativa da proposta
§ PARA QUE SERÁ ENSINADO – os objetivos do ensino proposto.
§ PARA QUEM SERÁ ENSINADO – esclarece a população á quem o plano se destina.
§ POR QUEM - especificação dos agentes do ensino proposto: professores, auxiliares, etc.
§ COMO – listagem de procedimentos de ensino que poderão ser empregados
§ COM QUE – Especificação do material que poderá ser utiizado .
§ QUANDO – Especificação de datas, duração, tempo geral e específico ( duração de aulas ou encontros) que será utilizado naquele ensino.
PLANO EM SÍ
§ Página de rosto:
- O Curso
- População a quem se destina
- Quem vai dirigir, quem vai ensinar e quem vai auxiliar com trabalhos de base como
limpeza, serviços de apoio, etc
- Duração total e de cada encontro/aula
§ Desenvolvimento do plano
- Objetivos gerais e de cvada encontro
- Programa (conteúdo) proposto em geral
- conteúdo a ser abordado em cada encontro
- procedimentos a serem usados
-material necessária
- AVALIAÇÂO : inicial, durante o processo e final.
§ Bibliografia
CONTRO
quarta-feira, 4 de maio de 2011
IV ENCONTRO - 07 de maio 2011
MAGISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR
OILÍTICA, ORGANIZAÇÃO DO ENSINO E CURRÍCULO
Prof.a Dr.a Elisa Maria Cordeiro da Paixão
IV ENCONTRO – Dia 07 de Maio 2011
OBJETIVOS
Que os participantes possam:
Estabelecer relações entre as propostas da lei 5692, as proposições tecnicistas sobre educação e currículo.
Discutir os pressupostos da visão tecnicista e seu papelna concepção de currículo adotada em 1971;
Discutir propostas de Bobbit e de Tyler
Discutir razões para o alargamento do conceito de currículo.
Distinguir elementos do chamado “currículo oculto”.
AULA
10 min –Aquecimento
20 min – Revisão : Legislação e planejamento de ensino
A idéia de currículo até a lei 5692/71
60 min – A nova idéia de currículo
Painel integrado Tyler –
- Preparação 10 ,im
- Greupo de letra – 30 min
- Grupo de número – 30 min
Intervalo
Discussão e síntese Dimensões da idéia de currículo implícita no trabalho efetuado
O currículo como um plano e a concepção de educação nela implícita
- O “Currículo oculto”
Alargamento das concepções de currículo
(Com transparências lidas anteriormente pelos alunos)
Pedir Re-leitura de Michel Apple
Leitura artigo “Falando em Currículo” –
LEITURA TEXTO “Concepções Educacionais e Concepções de Currículo”
OILÍTICA, ORGANIZAÇÃO DO ENSINO E CURRÍCULO
Prof.a Dr.a Elisa Maria Cordeiro da Paixão
IV ENCONTRO – Dia 07 de Maio 2011
OBJETIVOS
Que os participantes possam:
Estabelecer relações entre as propostas da lei 5692, as proposições tecnicistas sobre educação e currículo.
Discutir os pressupostos da visão tecnicista e seu papelna concepção de currículo adotada em 1971;
Discutir propostas de Bobbit e de Tyler
Discutir razões para o alargamento do conceito de currículo.
Distinguir elementos do chamado “currículo oculto”.
AULA
10 min –Aquecimento
20 min – Revisão : Legislação e planejamento de ensino
A idéia de currículo até a lei 5692/71
60 min – A nova idéia de currículo
Painel integrado Tyler –
- Preparação 10 ,im
- Greupo de letra – 30 min
- Grupo de número – 30 min
Intervalo
Discussão e síntese Dimensões da idéia de currículo implícita no trabalho efetuado
O currículo como um plano e a concepção de educação nela implícita
- O “Currículo oculto”
Alargamento das concepções de currículo
(Com transparências lidas anteriormente pelos alunos)
Pedir Re-leitura de Michel Apple
Leitura artigo “Falando em Currículo” –
LEITURA TEXTO “Concepções Educacionais e Concepções de Currículo”
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